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Iniciação Científica Júnior abre portas para aluna


Além de despertar interesse pela pesquisa, programa descobre talentos

O programa de Iniciação Científica Júnior (ICJ), desenvolvido pelo CNPq (Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico), tem despertado o interesse de alunos da Educação Básica pela pesquisa e pela ciência. A ex-aluna do colégio da Polícia Militar de Salvador, Mariana Rodrigues Sebastião, participou do projeto e descobriu a paixão pela pesquisa. Agora na universidade, a estudante continua atuando em projeto de incentivo à ciência.

O primeiro contato de Mariana com a pesquisa ocorreu em 2005, quando a estudante ainda no 1º ano do Ensino Médio foi convidada a participar do Projeto Social de Educação e Divulgação Científica Ciência, Arte & Magia, criado pela professora doutora Rejane Maria Lira da Silva, da Universidade Federal da Bahia - UFBA.

A estudante se destacou e foi indicada para participar do programa de Iniciação Científica Júnior do CNPq, no qual desenvolveu as pesquisas “A história do jornalismo impresso”, “Jornalismo ambiental: a informação como meio de conhecimento na preservação do Meio Ambiente” e “Comunicação e psicologia: Ciências descobrindo o comportamento humano”, esta última elaborada em conjunto com outra aluna do programa, Isabela De Albuquerque Oliveira Silva.

Mariana foi bolsista do ICJ entre julho de 2006 e agosto de 2007. Segundo ela, o programa ajudou a aprimorar a escrita e também ensinou como trabalhar com metodologias de pesquisas, fazer apresentações e possibilitou a sua participação em grupos de discussão. Atualmente, ela é aluna de jornalismo da UFBA e pretende ser pesquisadora.

Na graduação, agora como estagiária, a estudante continua no projeto Ciência, Arte e Magia e escreve para o “Jornal Pergaminho”, que traz informações sobre os trabalhos desenvolvidos pelos bolsistas. Mariana afirma que o programa de ICJ é muito importante, entretanto ela acredita ser necessário que as instituições de ensino façam uma ampla divulgação, pois são poucos alunos que conhecem o programa. “Ainda hoje, na graduação vejo que muitos alunos nunca ouviram falar de iniciação científica”, comenta a estudante.

Desde 2006, o Ciência, Arte & Magia desenvolve o Encontro de Jovens Cientistas da Bahia, onde os jovens apresentam os resultados de suas pesquisas. Os trabalhos também foram publicados nos livros: “Laboratório do Mundo: o jovem e a ciência”, “O I Encontro de Jovens Cientistas da Bahia”, “A Ciência, A Arte e a Magia da Educação Científica”, entre outros. As obras podem ser baixadas pela internet no site do projeto.




   

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